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Manual do Paciente
A proposta deste texto é fornecer orientação a pessoas que desejam algum tipo de cirurgia plástica. Embora a maioria das respostas esteja incluída nestes textos, qualquer dúvida em relação ao tratamento deve ser discutida com o médico escolhido, pois o sucesso do tratamento depende da comunicação adequada e cooperação entre o paciente e a equipe médica. Afinal, o paciente bem esclarecido é capaz de avaliar as opções, aproveitar os benefícios e atingir as suas metas mais facilmente. Muitos se perguntam quais seriam os motivos para realizar uma cirurgia plástica. A resposta é tentar desenvolver o propósito fundamental da vida: atingir uma sensação de realização e felicidade. Porém, o paciente que procura a cirurgia plástica deve entender que o tratamento não é capaz de resolver problemas como a infelicidade no casamento, dificuldades profissionais e alterações psiquiátricas, especialmente se o paciente credita estes problemas à sua aparência. Portanto, os motivos devem ser sempre realistas. A cirurgia plástica estética foi desenvolvida visando reverter ou disfarçar alguns dos sinais evidentes do envelhecimento. Porém, nem sempre é possível recriar as condições que existiam na juventude, assim como às vezes pode ser impossível atingir as expectativas do paciente. Portanto, através de cirurgias cuidadosamente planejadas, cuja técnica é aperfeiçoada após muitos anos de árduo treinamento, experiência, conhecimento e habilidade cirúrgica, o objetivo do cirurgião é melhorar a aparência do seu paciente da maneira mais natural e É importante perceber que a cirurgia plástica não é uma ciência exata, e sim uma especialidade que envolve altos graus de subjetividade artística. Inclusive, o cirurgião costuma ser desafiado por várias opções durante o planejamento e realização de uma cirurgia. Assim, é importante perceber que o grau de sucesso de uma cirurgia depende de vários fatores e não apenas da habilidade do médico. Aspectos como idade, saúde, textura da pele, qualidade dos tecidos, estrutura óssea, doenças associadas, expectativas do paciente e fatores inerentes à cicatrização influenciam o resultado de forma decisiva. Quando todas estas variáveis colaboram, a chance de obter um resultado satisfatório aumenta significativamente. A insatisfação após uma cirurgia bem executada é rara, embora isto seja possível devido aos critérios subjetivos com que os resultados são freqüentemente julgados. Afinal, o paciente submetido a uma cirurgia plástica acaba expondo o trabalho realizado a constantes avaliações quando mostra o resultado aos amigos e conhecidos. Portanto, é fundamental que o paciente e o cirurgião percebam as potenciais limitações de cada procedimento, aceitando o nível de melhora possível de ser obtido em cada caso. Além disso, como o processo de envelhecimento é contínuo, o resultado da maioria das cirurgias plásticas não dura para sempre. É inevitável que os tecidos sofram modificações com o tempo e é impossível prever quando e com qual intensidade isto acontecerá. Fatores como a genética, idade, características étnicas, estilo de vida, doenças associadas, nutrição, e até mesmo a força gravitacional influenciam este equilíbrio, intensificando ou não a necessidade de procedimentos adicionais de manutenção. Finalmente, na maioria dos casos a decisão final sobre a realização de uma cirurgia plástica depende fundamentalmente do paciente. Considerando que nem todos os pacientes podem ser bons candidatos a uma determinada cirurgia e que um tipo de cirurgia pode não ser recomendável a todos que a solicitam, a avaliação honesta de um cirurgião experiente é fundamental para aumentar as chances de um resultado satisfatório. Muitos desejam recuperar a aparência da juventude, outros querem melhorar uma herança genética ou reparar a pele dos danos causados pela exposição ao sol e algumas mulheres esperam reverter os efeitos da gravidez ou perda de peso. Todos têm o mesmo objetivo final: parecer e se sentir melhores. Se você está se perguntando se precisa de uma cirurgia plástica, a resposta é: ninguém precisa de uma cirurgia estética – as pessoas devem querer fazê-la. Embora seja uma decisão complexa, somente você pode decidir o que é melhor para si mesma. É claro que uma aparência melhor pode fazer você se sentir melhor e viver melhor, elevando a sua auto-estima. Na verdade, a cirurgia estética não substitui uma vida saudável, regada à boa alimentação, dieta, prática de exercícios e boas decisões. Não é o segredo da felicidade. É apenas parte de um programa de bem-estar para maximizar o resultado de uma rotina saudável, de viver bem, de sentir-se bem. Quando você estiver diante de uma decisão dessa importância, um período de introspecção para explorar seus interesses e entender suas motivações é fundamental. A aparência física, herdada ou adquirida, afeta a sua auto-imagem e a interação com os outros. Para obter os mais gratificantes resultados da cirurgia estética, a primeira coisa que você deve fazer é observar-se no espelho e determinar o que te incomoda. Defina bem o que deve ser corrigido antes de discutir com a família, amigos ou mesmo com o cirurgião plástico. E nunca considere um procedimento exclusivamente para agradar o outro, nem se deixe dissuadir do seu objetivo, a menos que seu cirurgião afirme que é inadequado ou arriscado para o seu caso. Afinal de contas, quem convive com o problema é você. Se os seus interesses são verdadeiros e as suas motivações são emocionalmente idôneas, você deve dar para si mesmo a chance de mudar algum aspecto da sua aparência física. Mas, se você encara a cirurgia estética como uma chance de mudar a sua vida e resolver problemas sociais, conjugais ou psicológicos, a sua primeira visita deve ser com um psiquiatra e não com um cirurgião plástico. A cirurgia estética pode realmente mudar a sua aparência física, elevar a sua auto-estima, e isso naturalmente vai fazê-lo sentir melhor consigo mesmo e com os outros, mas por si só, ela não solucionar todos os seus problemas. Os principais fatores que motivam o paciente a procurar uma cirurgia • Características físicas determinadas pela genética, como determinado tipo de nariz, tamanho das mamas e formato das orelhas • Alterações faciais e corporais causadas pelo envelhecimento • Alterações causadas pela exposição exagerada ao sol • Cicatrizes adquiridas no passado ou lesões após um traumatismo • Por uma questão profissional, quando o trabalho exige contato com o público e a aparência é muito importante – para modelos, por exemplo • Para envelhecer de forma mais confortável, sem sofrimento • Para evitar que a auto-estima seja minimizada por outras crianças, como pode ocorrer com crianças portadoras de orelhas em abano • Reparar o corpo após a gravidez e após perda de peso significativa • Querer se livrar do excesso de gordura e pele que não respondem a Embora a cirurgia estética tenha feito milhares de pessoas felizes, existe um limite para o que é possível se obter, sempre. Os pacientes que ficam mais felizes são os que aceitam aquilo que é possível. A principal causa de desapontamentos com o resultado é quando o procedimento não atende às expectativas do paciente – e isso em geral acontece devido às expectativas irreais. Há coisas que não são possíveis de serem feitas, pois os tecidos e as técnicas impõem limites. O melhor caminho para se proteger de expectativas irreais é conversar cuidadosamente com o seu cirurgião plástico. A comunicação clara com o médico é essencial para o sucesso, por isso é vital que você escolha um profissional com o qual se sinta confortável. Faça todas as perguntas e ouça tudo o que ele disser com a maior atenção. Quanto mais concreta e específica for a sua expectativa e educação sobre o procedimento, mais provável será sua satisfação com o resultado final. Para ficar feliz com o resultado é preciso também entender que existe um tempo de recuperação, acompanhado de algum quadro de dor e cicatriz no pós-operatório, para o corpo se ajustar ao que foi feito. Há áreas que incham mais, outras menos, mas o resultado nunca é imediato. Não alimentar ilusões é crucial para evitar frustrações. Saber, por exemplo, que todos têm algum grau de assimetria, por isso há diferenças entre um lado e outro que vão persistir Além de custos financeiros, a cirurgia estética impõe desconforto, tempo longe do trabalho, risco médico e a possibilidade de desapontamento, real ou imaginário. Preparar-se para tudo isso fica bem mais fácil quando se está bem seguro do que se quer, quando é possível contar com a ajuda de um cirurgião plástico competente e atencioso e com o apoio da família. 1. Escolher uma equipe médica e hospital de alto nível 2. Ter motivações e expectativas realistas 3. Estar em boa forma física e psicológica no momento da cirurgia 5. Dar tempo a si mesmo para tomar a decisão. Não decidir por impulso 6. Estar extremamente bem informada sobre o procedimento desejado 7. Seguir as orientações da equipe médica rigorosamente 8. Contar com a ajuda da família ou profissional durante a recuperação 10. Melhorar seu estilo de vida: comer melhor, fazer exercícios Por ser eletiva – e não uma operação de emergência –, a cirurgia plástica tem por obrigação minimizar os riscos. Para isso, basta escolher criteriosamente o médico, falar abertamente sobre a sua saúde e eventuais medicamentos de que faz uso, fazer o procedimento em um hospital adequado e seguir as indicações pré e pós-operatórias. Ainda assim, qualquer procedimento cirúrgico envolve algum risco de complicações. A cirurgia plástica não é uma ciência exata e, às vezes, mesmo fazendo com um bom profissional, que seguirá à risca os procedimentos necessários, o corpo pode responder de forma inesperada. Não culpe o médico neste caso – ele provavelmente estará tão desconfortável quanto você. Felizmente, as complicações menos graves costumam ser mais freqüentes e complicações mais sérias tendem a ser mais raras. Além disso, a maioria delas acaba levando apenas a um prolongamento do período de recuperação, sem comprometer o resultado final da cirurgia. O cirurgião competente e preocupado sabe como resolver a complicação e vai ficar ao seu lado até tudo ser resolvido. Afinal, você é o centro das atenções do médico. O principal, neste caso, é que o médico fale sobre as causas do problema e eventuais soluções com honestidade e clareza, para minimizar a ansiedade do paciente. Agradeça se o seu médico tiver humildade para perceber que não é capaz de corrigir o problema e lhe indicar um especialista. No caso de insegurança, o paciente deve procurar a opinião de dois ou três médicos a fim de certificar-se do melhor caminho e adquirir Naturalmente, ao considerar uma cirurgia, nunca se pensa que uma complicação possa acontecer com você. Ainda assim, riscos e complicações acontecem ocasionalmente, por isso é bom conhecer alguma coisa sobre eles. SANGRAMENTO: Podem ocorrer sangramentos durante ou após a cirurgia, podendo interferir nos processos de cicatrização e aumentar o risco de infecção. Visando minimizar os riscos, não utilize aspirina, anti-inflamatórios por duas semanas antes ou após a cirurgia. Fatores como a hipertensão descontrolada, dor, vômitos, esforço excessivo e constipação podem causar sangramento após a cirurgia – nestes casos, o sangue acumulado deve ser SEROMA: O independente do uso dos drenos, podem ocorrer acúmulos de fluido entre a pele e as estruturas profundas devido à liquefação de gordura. Se isto ocorrer, podem ser necessários procedimentos como massagens, curativos compressivos e a drenagem do líquido através de punção. INFECÇÃO: Atualmente, as infecções após uma cirurgia plástica são bastante raras. Porém, é importante que você saiba reconhecer os seus sinais e sintomas, para que possa avisar seu médico. Os sinais sistêmicos incluem febre, sensação de moleza e calafrios; os sinais locais mais comuns são vermelhidão ao redor da incisão, inchaço, dor, calor e saída pus por entre os pontos. Embora as infecções superficiais possam ser tratadas apenas com curativos e pomada antibiótica, as infecções mais profundas podem necessitar de antibióticos e até cirurgia para limpeza eficaz. LESÃO DE ESTRUTURAS PROFUNDAS: Raramente estruturas profundas como vasos sanguíneos, músculos e nervos podem ser lesadas durante a cirurgia. A ocorrência destas lesões depende da técnica cirúrgica empregada e os sintomas podem ser temporários ou permanentes. Em relação aos nervos, tanto os motores quanto os sensitivos podem ser lesados, levando a graus variáveis de paralisia muscular e a alterações de sensibilidade na região operada. Estas alterações costumam ser temporárias e o retorno da função normal ocorre habitualmente após alguns meses. Felizmente, as ABERTURA DA FERIDA OU CICATRIZAÇÃO PROLONGADA: Durante o período de cicatrização, qualquer incisão pode evoluir de forma mais lenta devido a fatores como infecção, tensão na ferida, diminuição da circulação, fumo, pressão externa, desnutrição, carência de vitaminas, diabetes e outras síndromes clínicas. Portanto, é fundamental estar em boas condições de saúde na hora da cirurgia! Felizmente, o resultado final não costuma ser significativamente afetado e pode ser melhorado, caso seja necessário, através da realização de pequenas cirurgias de correção. CICATRIZES: Apesar da utilização das técnicas mais modernas em cirurgia plástica, é possível que cicatrizes anormais surjam na pele e/ou nos tecidos profundos. Curiosamente, algumas pessoas e/ou regiões do corpo (peito, ombro e face) possuem uma tendência à formação de cicatrizes hipertróficas e quelóides. As cicatrizes podem apresentar relevo e coloração diferentes da pele vizinha, sintomas como queimação, prurido e dor e podem alargar-se discretamente durante o pós-operatório. Apesar de ser impossível prever a resposta de cada paciente, os sintomas e a aparência das cicatrizes costumam melhorar durante o processo natural de maturação que ocorre em qualquer cicatriz (e que dura de 6 meses a 2 anos). Portanto, além do emprego de técnica cirúrgica refinada como medida preventiva, tratamentos adicionais incluindo curativos especiais, injeção de corticóides, aplicação de placas de silicone e/ou espuma compressiva, antibióticos, radioterapia, betaterapia e até cirurgia podem ser necessários para melhorar o aspecto destas cicatrizes. Finalmente, pacientes fumantes apresentam maior risco de complicações em ALERGIAS: Ocasionalmente, podem ocorrer reações alérgicas às substâncias anti-sépticas, pomadas, suturas, esparadrapos e medicamentos utilizados durante o tratamento. Estes problemas são raros, simples e facilmente resolvidos através da suspensão ou substituição do agente causador. Em circunstâncias extremamente raras, as reações alérgicas podem ser graves e necessitarem de tratamento hospitalar. Os sinais de alergia incluem o aparecimento de placas ou manchas avermelhadas na pele (especialmente nas partes expostas ao sol), inchaço e prurido no local onde houve contato com o agente responsável. Portanto, interrompa o uso de qualquer medicamento que leve ao aparecimento destes sintomas e ligue ASSIMETRIA: O corpo humano é naturalmente assimétrico. Portanto, podem haver pequenas variações em relação à simetria dos resultados obtidos pela cirurgia, especialmente em casos onde a assimetria está presente antes do procedimento. Em outras palavras, mesmo seguindo um planejamento técnico rigoroso que normalmente é capaz de proporcionar um resultado satisfatório, é impossível garantir a perfeita simetria dos resultados. Caso haja assimetria, pequenos procedimentos adicionais podem ser suficientes para a RESULTADO INSATISFATÓRIO E CIRURGIAS ADICIONAIS: Os procedimentos em cirurgia plástica visam corrigir deformidades e melhorar a aparência. Apesar dos procedimentos serem realizados com uma grande probabilidade de sucesso, a especialidade não é uma ciência exata e a insatisfação pode ocorrer tanto para os pacientes quanto para o cirurgião. Felizmente, os resultados adversos são raramente permanentes e podem ser melhoradas através da realização de cirurgias de correção. COMPLICAÇÕES GRAVES: Complicações clínicas graves, como alguns tipos de reação alérgica a medicamentos, embolia pulmonar, arritmias cardíacas, infarto e hipertermia maligna são extremamente raras. Portanto, é fundamental que você informe ao seu médico sobre qualquer condição clínica pré-existente durante a consulta médica, para que a sua cirurgia seja planejada de forma segura. A realização das cirurgias em hospitais adequadamente aparelhados segundo a legislação e com técnicas de anestesia de última geração tem reduzido a ocorrência destas complicações significativamente. • Fumar retarda a capacidade de recuperação do corpo devido aos efeitos da nicotina, que causa constrição dos vasos e uma diminuição do aporte de nutrientes para a cicatrização da região operada. Fumantes têm maior tendência a infecções, problemas na pele e complicações com a anestesia em certas cirurgias. A diferença é tão impressionante que a maioria dos cirurgiões plásticos insiste que seus pacientes parem de fumar pelo menos 3-4 semanas antes, principalmente em cirurgias da face, mamas e do abdome. Alguns cirurgiões fazem a cirurgia apesar do paciente continuar fumando. Entretanto, os riscos são maiores e o resultado final pode ser insatisfatório. Os patches e chicletes de nicotina também devem ser interrompidos antes da cirurgia. • Aspirina e medicamentos similares aumentam o risco de sangramento durante a cirurgia e de hematomas após a cirurgia. Suspenda o uso destes medicamentos 15 dias antes da cirurgia para evitar problemas. Exceção é feita ao Acetaminophen (Tylenol), que é seguro na dose • Alguns cirurgiões plásticos suspeitam que as ervas medicinais (Arnica, Ginko Biloba) possam promover sangramento ou outros problemas durante a cirurgia. Suspenda também o uso destes medicamentos 15 dias antes da • Alguns remédios de regime podem causar problemas cardiovasculares que persistem por longo tempo após sua interrupção, e isso pode predispor o paciente a problemas cardíacos severos ou pulmonares durante ou após a • Álcool é uma droga que pode afetar o resultado de sua cirurgia. Pode reduzir a capacidade de formar coágulos, aumentar o sangramento e elevar o risco de desenvolver hematomas. Para minimizar esses problemas, abstenha- se pelo menos 7 dias antes e 14 dias após a cirurgia. Qualquer cirurgia oferece riscos; daí a importância de procurar um cirurgião capacitado que priorize a segurança em todas as etapas do tratamento. Desta forma, a ocorrência de complicações é extremamente rara. Ser submetido a um procedimento cirúrgico não é uma experiência normal para a maioria de nós. Conseqüentemente, esta etapa do tratamento é invariavelmente acompanhada de algum grau de ansiedade. Conhecer todas as etapas do tratamento pode constituir um caminho para proporcionar mais . Alguns cuidados antes e depois da cirurgia podem prevenir possíveis complicações e promover um resultado estético mais satisfatório. A colaboração plena do paciente, seguindo as instruções dadas pelo cirurgião, e a ação dos profissionais da saúde têm grande importância no • Além da consulta médica, a realização de exames de sangue, eletrocardiograma e alguns exames de imagem fazem parte da avaliação pré- operatória de rotina. Estes exames visam demonstrar se o paciente apresenta alguma contra-indicação à anestesia e ao procedimento cirúrgico. Dependendo do caso, exames mais complexos podem ser necessários, por isso uma avaliação clínica antes da cirurgia é recomendável. Afinal, a segurança deve ser uma prioridade absoluta em qualquer cirurgia plástica. • Quando marcar a sua cirurgia, certifique-se que o hospital onde o procedimento será realizado contém a infra-estrutura exigida pela legislação. Na improvável eventualidade de ocorrerem complicações, a existência de médicos capacitados e infra-estrutura adequada são fundamentais para a • Estude as orientações específicas da sua cirurgia, que servirão como guia durante o tratamento pós-operatório. A boa educação do paciente em relação às nuances do tratamento, tanto antes quanto depois da cirurgia, ajuda a diminuir a ansiedade e torna a recuperação mais tranqüila e confortável. Não esqueça de confirmar o horário da sua internação e da cirurgia, solicitando ao seu médico instruções sobre a internação e os documentos necessários. Se houver qualquer dúvida, procure esclarecê-las com o seu médico antes da • Procure organizar a sua agenda antecipadamente, levando em conta que a maioria das cirurgias plásticas exigirá alguns dias ou semanas de afastamento do trabalho e atividades esportivas. • Procure organizar a ajuda de familiares ou funcionários durante os primeiros dias de recuperação em casa, já que nesteperíodo o repouso é • Visando o seu conforto, sutiãs ou cintas devem ser adquiridos antes da cirurgia. Converse com o seu médico antes da compra para definir o tamanho • Não fume por pelo menos um mês antes da cirurgia, para evitar alterações na circulação da pele que possa prejudicar a cicatrização. • NÃO utilize bebidas alcoólicas por 7 dias antes da cirurgia. • Não coma ou beba nada após as 23 horas. • Organize a sua mala, que deve conter os exames pré-operatórios, documentos necessários, objetos pessoais e uma troca de roupa. Prefira roupas confortáveis e leves, dando preferência àquelas com botões e que • Organize transporte para o hospital antecipadamente, visando evitar • Ao acordar, não coma ou beba nada! A anestesia deve ser realizada com o paciente de estômago vazio, visando evitar complicações respiratórias. • Se você utiliza algum medicamento habitual (informe o seu médico sobre isso), estes podem ser tomados com um pequeno gole de água assim • A higiene oral pode ser realizada normalmente, tomando cuidado para • Não utilize hidratante, cremes, loções, qualquer tipo de maquiagem, ou esmaltes escuros, pois interferem nos aparelhos utilizados na anestesia. • Procure chegar no hospital com antecedência, pois existem documentos a serem preenchidos antes da internação. É aconselhável a Alguns minutos antes da cirurgia, você receberá uma roupa especial e um medicamento pré-anestésico visando induzir o sono e diminuir a ansiedade. Após alguns minutos, você será encaminhado ao centro cirúrgico, onde encontrará o anestesista e os demais membros da equipe (enfermeiras e cirurgiões). Quando entrar na sala de cirurgia, o anestesista iniciará os procedimentos de anestesia e monitorização, visando a sua segurança durante Após o término da cirurgia e a realização dos curativos, você será encaminhado à sala de recuperação. Nesta unidade, que deve possuir infra- estrutura completa, você permanecerá sob monitorização e será constantemente examinado por uma equipe de especialistas, visando garantir uma recuperação suave da anestesia. Fatores como hidratação, controle da dor, temperatura corpórea e função respiratória devem ser rigorosamente avaliados. A maioria dos pacientes tem condições de alta da sala de recuperação após 30 a 60 minutos. No quarto, sua recuperação será supervisionada pela equipe de enfermagem e pela equipe médica, através de O tempo de internação, que normalmente varia de 12 horas a 2 dias, depende do tipo de cirurgia realizada, da ocorrência de complicações e da resposta individual de cada paciente ao procedimento. A permanência no hospital por mais tempo pode ser necessária, embora isto seja pouco freqüente. Independente disso, a alta hospitalar deve ocorrer somente quando o paciente apresentar plenas condições de saúde. Portanto, não tenha pressa! Ao receber alta, não esqueça de organizar a presença de um adulto responsável para dirigir e acompanhá-lo. Marque a data de retorno ao consultório, onde o cirurgião supervisionará o seu processo de recuperação. Em caso de dúvida, ligue imediatamente para a equipe médica. Pela atual necessidade de pronto restabelecimento dos pacientes e controle do resultado operatório, os cirurgiões buscam uma atuação multidisciplinar de profissionais também no pós-operatório. A esteticista de nível superior e a fisioterapeuta dermato-funcional atuam na recuperação das funções do corpo humano, na prevenção de possíveis intercorrências e amenizando efeitos da cirurgia, como edema, hematomas, seroma, A recuperação de uma cirurgia depende basicamente do tipo de operação e da reação do organismo, que varia entre as pessoas. Cada paciente tem necessidades, expectativas individuais e uma recuperação fisiológica padrão. Estes podem ser influenciados pela genética, rotina, período de vida cronológico e emocional, entre outros fatores variáveis. O principal do tratamento pós-operatório é a busca do controle do edema (inchaço) e manchas roxas que aparecem inevitavelmente após as cirurgias. O planejamento do tratamento no pós-operatório é amplamente variável e depende das características apresentadas na avaliação do tipo de cirurgia realizada, região corporal operada, técnica utilizada, tempo de pós- operatório, para, então, identificar de que maneira se pode melhorar o curso O apoio da família e dos amigos é fundamental durante o período de recuperação. Porém, ocasionalmente você ouvirá comentários de pessoas leigas que, apesar de não intencionais, podem levar a algum grau de Portanto, procure confiar na capacidade e experiência do seu cirurgião – ele deve informar honestamente sobre o seu progresso e as expectativas em Uma sensação de “depressão” é relativamente comum durante o período inicial após a realização de uma cirurgia plástica, devido às alterações ocasionadas pelo inchaço e as equimoses. Além disso, após a cirurgia, muitos pacientes esperam uma melhora instantânea da sua aparência, mesmo que racionalmente haja um entendimento que isto não ocorrerá. Conseqüentemente, podem surgir dúvidas em relação à decisão de ter realizado o procedimento. Relaxe, isso é normal! À medida que a cicatrização progride, estes pensamentos costumam desaparecer rapidamente. Se sentir tristeza, procure entender isso como uma fase natural do processo de recuperação – é uma fase transitória, que passa rápido.

Source: http://www.fredericoalonso.com.br/download/Manual_do_Paciente.pdf

Guidelines for the management of asthma: 2007 update

Guidelines for the Management of Asthma: 2007 Update Jennifer Lee, PharmD, BCPS The University of Connecticut, School of Pharmacy is accredited by the Accreditation Council for Pharmacy Education as a provider of continuing pharmacy education. This program Guidelines for the Management of Asthma: 2007 Update (ACPE No. 009-000-08-023-H01-P), is approved for 0.10 CEU or 1 Contact Hour of contin

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Overview: 5-HT receptors [nomenclature as agreed by NC-IUPHAR Subcommittee on 5-HT receptors (Hoyer et al., 1994) and subsequently revised (Hartig et al., 1996)] are, with the exception of the ionotropic 5-HT3 class, 7TM receptors, where the endogenous agonist is 5-HT. The diversity of 5-HT receptors is increased by alternative splicing that produces isoforms of the 5-HT2A (non-functional), 5

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